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Análise: StarHawk

No meu último artigo eu critiquei muito as desenvolvedoras por abusar da reciclagem de títulos, e após o fechamento da ultima edição já começou a se decidir quem faria o que para a próxima, e para minha imensa sorte Starhawk ficou para mim.

Confesso que quando eu ouvi pela primeira vez que Starhawk seria a continuação direta de Warhawk eu fiquei decepcionado e deixei as informações sobre o game passarem despercebidas, acho que esse foi meu maior erro, tirar conclusões precipitadas.

Starhawk mescla o que Warhawk tanto agradou a todos, seus combates frenéticos e mapas gigantes, além de uma boa história e gráficos excelentes. A história tem como foco o controle da energia Rift, que é essencial para que tudo funcione, armas, veículos, equipamentos, etc.

Essa febre por essa energia gera vários conflitos, e a exposição excessiva transforma humanos em monstros que são chamados rifters, com essa disputa por essa energia entra em ação nosso herói principal Emett, e seu amigo Cutter, que cordena tudo de sua nave, enquanto Emett vai a campo. Emett tem o corpo modificado por uma explosão de energia rift que quase o matou, mas graças ao seu amigo Cutter ele esta vivo.

Logo que começamos, a primeira impressão que temos é que estamos em um Third-person shooter (TPS) genérico, mas essa impressão logo acaba, quando nós é apresentado o sistema de construção , que é o foco principal do game, você construirá em tempo real , torres laser, imensas estruturas para se abrigar, mechs, tanks, tudo a uma velocidade que quase você não nota que aquilo não estava lá, essa combinação de estratégia e TPS, é feita tão suavemente que a sensação de jogar Starhawk é muito prazerosa e fácil de se adaptar.

O modo campanha de Starhawk é muito bom de se jogar, tem uma dificuldade balanceada, onde não encontraremos problemas, fato também que a IA do game é baixa, e isso facilita muito a nossa vida , mesmo nos momentos mais difíceis. Os gráficos são muito bons para o que o game se propõe a fazer, não espere nada comparado com uncharted 3 , mas temos algo muito melhor que RDR, ou Infamous 2. Os sons de Starhawk fazem o seu papel no modo off-line, mas durante o modo online várias vezes eu fiquei mudo e isso não é legal onde o a cooperação é algo imprescindível.

Mas não podemos deixar de falar do que melhor Starhawk nos traz que é a experiência multiplayer, confesso que não sou um rato online, que vive nos multiplayers da vida, raramente eu compareço ao campo de guerra online, mas em Starhawk  isso mudou um pouco, temos 32 players em um mapa gigante onde tudo ocorre simultaneamente, tiros, mechs, bugs,motos, naves, as construções caindo do céu e se transformando em enormes torres, tudo flui muito bem, sem nenhum lag, algo difícil de acreditar.

No modo online a cooperação é a chave de tudo, pense antes de sair construindo as coisas pois algumas coisas são bem inúteis durante os combates , outras são de extrema importância, onde alguma escolha errada pode atrapalhar seu time. Enfim , Starhawk consegue mesclar uma boa campanha , com um excelente multiplayer, trazendo uma nova maneira de se jogar,onde usuários novatos não terão dificuldades em se adaptar, pois o modo campanha serve como um treino intensivo de como será o modo online.

Mesmo agradando bastante, não é possível deixar de destacar certos problemas encontrados que faz Starhawk ficar um pouco abaixo das qualidades dos exclusivos do PS3, alguns problemas com o som do game, o controle das naves em algumas vezes são irritantes, pois é difícil saber de onde estão vindo os tiros, um personagem principal sem carisma, falta de chekpoints, entre as missões, e muitas vezes a sensação de vazio, inteligência artificial baixa, e poucos modelos de inimigos.

São detalhes que em momento algum atrapalham o gameplay e estão sendo destacados aqui por ser uma analise, pois para muitos isso é desapercebido, a Lightbox poderia ter dado um acabamento melhor ao game, acredito eu que o empenho tenha sido maior na parte online deixando esses probleminhas passarem. Mas ainda confirmo Starhawk é um excelente game, com alguns problemas bobos, e que vai surpreender muitos, e que merece um cuidado maior, pois acabamos de receber uma excelente franquia.

Esta análise foi originalmente postada em 06 de Novembro de 2012 por Petrocelli T Santos em contribuição ao VidaPlaystation

Ricardo Lima
Ricardo Lima é Assistente Social em uma instituição que oferta diariamente serviços destinados à população em situação de rua e direcionamentos diversos objetivando a elevação da qualidade de vida e acesso às políticas de garantias de direitos. Também é administrador do Site VidaPlaystation, o qual mantém a mais de cinco anos, informando sobre o mundo do entretenimento na linha Playstation.
No meu último artigo eu critiquei muito as desenvolvedoras por abusar da reciclagem de títulos, e após o fechamento da ultima edição já começou a se decidir quem faria o que para a próxima, e para minha imensa sorte Starhawk ficou para mim. Confesso que quando eu ouvi pela primeira vez que Starhawk seria a continuação direta de Warhawk eu fiquei decepcionado e deixei as informações sobre o game passarem despercebidas, acho que esse foi meu maior erro, tirar conclusões precipitadas. Starhawk mescla o que Warhawk tanto agradou a todos, seus combates frenéticos e mapas gigantes, além de uma boa…

Avaliação VidaPlaystation

Avaliação - 88%

88%

8,8

StarHawk mescla aquilo que WarHawk tanto agradou a todos, seus combates frenéticos e mapas gigantescos e uma boa história com gráficos excelentes

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Ricardo Lima
Ricardo Lima é Assistente Social em uma instituição que oferta diariamente serviços destinados à população em situação de rua e direcionamentos diversos objetivando a elevação da qualidade de vida e acesso às políticas de garantias de direitos. Também é administrador do Site VidaPlaystation, o qual mantém a mais de cinco anos, informando sobre o mundo do entretenimento na linha Playstation.

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